<body>
No more tears of sad, Tumblr!

Untitled


''Não deixe de acreditar no amor, mas certifique-se de estar entregando seu coração para alguém que dê valor aos mesmos sentimentos que você dá, manifeste suas idéias e planos, para saber se vocês combinam, e certifique-se de que quando estão juntos aquele abraço vale mais que qualquer palavra''


Nem tudo,que nós queremos será possível , no entanto, se acreditarmos, faremos até o impossível.

Mesmo que as suas intenções sejam todas boas, nenhum valor terão sem o verdadeiro amor



I like

Chocolate, Bolo, trufa, chiclete, Halls, Livros, Tumblr, Facebook, lasanha, macarrão, amigos, família, maquiagem, celular, brincos, pulseiras, colares, esmalte, arquitetura, designer, flores, árvores, natureza, animais.



Home About Me Tumblr Ask F.A.Q Submit
&#8220;Passamos a amar não quando encontramos a pessoa perfeita, mas quando aprendemos ver perfeitamente uma pessoa imperfeita.&#8221;  San Kin.

“Passamos a amar não quando encontramos a pessoa perfeita, mas quando aprendemos ver perfeitamente uma pessoa imperfeita.”  San Kin.


Photo postado em 9/02/2012 às 4:06pm | 0 notes | (reblog this!)

datas, músicas, cheiro de um perfume, casais, sobremesas, comidas, roupas. Tudo me lembra você.

Texto postado em 9/02/2012 às 3:02pm | 0 notes | (reblogue this!)

Ainda tenho nossas alianças, como nossos nomes marcados.

 Lembranças, que não sou capaz de esquecer. Muito momentos que ficaram marcados no meu coração. E por mais que eu queira esquecer, ele não deixa. 

Texto postado em 9/02/2012 às 3:00pm | 0 notes | (reblogue this!)

”O Primeiro Amor”

É fácil saber se um amor é o primeiro amor ou não. Se admite que possa ser o primeiro, é porque não é, o primeiro amor só pode parecer o último amor. É o único amor, o máximo amor, o irrepetível e incrível e antes morrer que ter outro amor. Não há outro amor. O primeiro amor ocupa o amor todo.



Nunca se percebe bem por que razão começa. Mas começa. E acaba sempre mal só porque acaba. Todos os dias parece estar mesmo a começar porque as coisas vão bem, e o coração anda alto. E todos os dias parece que vai acabar porque as coisas vão mal e o coração anda em baixo.

O primeiro amor dá demasiadas alegrias, mais do que a alma foi concebida para suportar. É por isso que a alegria dói - porque parece que vai acabar de repente. E o primeiro amor dói sempre demais, sempre muito mais do que aguenta e encaixa o peito humano, porque a todo o momento se sente que acabou de acabar de repente. O primeiro amor não deixa de parte um único bocadinho de nós. Nenhuma inteligência ou atenção se consegue guardar para observá-lo. Fica tudo ocupado. O primeiro amor ocupa tudo. É inobservável. É difícil sequer reflectir sobre ele. O primeiro amor leva tudo e não deixa nada.

Diz-se que não há amor como o primeiro e é verdade. Há amores maiores, amores melhores, amores mais bem pensados e apaixonadamente vividos. Há amores mais duradouros. Quase todos. Mas não há amor como o primeiro. É o único que estraga o coração e que o deixa estragado.

É como uma criança que põe os dedos dentro de uma tomada eléctrica. É esse o choque, a surpresa «Meu Deus! Como pode ser!» do primeiro amor. Os outros amores poderão ser mais úteis, até mais bonitos, mas são como ligar electrodomésticos à corrente. Este amor mói-nos o juízo como a Moulinex mói café. Aquele amor deixa-nos cozidos por dentro e com suores frios por fora, tal e qual num micro-ondas. Mas o «Zing!» inicial, o tremor perigoso que se nos enfia por baixo das unhas e dá quatro mil voltas ao corpo, naquele micro-segundo de electricidade que nos calhou, só acontece no primeiro amor.

O primeiro beijo é sempre uma confusão. Está tudo a andar à volta e não se consegue parar. A outra pessoa assalta-nos e deixa-nos tontos, isto apesar de ser tão tímida e inepta como nós. E os nomes dos nossos primeiros amores? Os nomes doem. Parecem minúsculos milagres. Cada vez que se pronunciam, rebenta um pequeno terramoto no equador. E as mãos? Quando a mão entra na mão de quem se ama e se sente aquele exagero de volts e de pele, a única resposta sensata é o assassínio, o exílio, o suicídio. Nada fica de fora. O mundo é uma conspiração cinzenta de amores em segunda mão. Nada é puro fora daquelas mãos. O tesouro está a arder, as pessoas estão a morrer, os olhos cheios de luz estão a cegar, mas o primeiro amor é também, e sem dúvida, o primeiro amor do mundo.

O primeiro amor é aquele que não se limita a esgotar a disposição sentimental para os amores seguintes: quer esgotá-la. Depois dele, ou depois dela, os olhos e os braços e os lábios deixam de ter qualquer utilidade ou interesse. As outras pessoas - por muito bonitas e fascinantes que sejam - metem-nos nojo. Só no primeiro amor.

Não há amor como o primeiro. Mais tarde, quando se deixa de crescer, há o equivalente adulto ao primeiro amor - é o primeiro casamento; mas não é igual. O primeiro amor é uma chapada, um sacudir das raízes adormecidas dos cabelos, uma voragem que nos come as entranhas e não nos explica. Electrifica-nos a capacidade de poder amar. Ardem-nos as órbitas dos olhos, do impensável calor de poder-mos ser amados. Atiramo-nos ao nosso primeiro amor sem pensar onde vamos cair ou de onde saltamos. Saltamos e caímos. Enchemos o peito de ar, seguramos as narinas com os dedos a fazer de mola de roupa, juramos fazer três ou quatro mortais de costas, e estatelamo-nos na água ou no chão, como patos disparados de um obus, com penas a esvoaçar por toda a parte.

Há amores melhores, mas são amores cansados, amores que já levaram na cabeça, amores que sabem dizer «Alto-e-pára-o-baile», amores que já dão o desconto, amores que já têm medo de se magoarem, amores democráticos, que se discutem e debatem. E todos os amores dão maior prazer que o primeiro. O primeiro amor está para além das categorias normais da dor e do prazer. Não faz sentido sequer. Não tem nada a ver com a vida. Pertence a um mundo que só tem duas cores - o preto-preto feito de todos os tons pretos do planeta e o branco-branco feito de todas as cores do arco-íris, todas a correr umas para as outras.

Podem ficar com a ternura dos 40 e com a loucura dos 30 e com a frescura dos 20 - não outro amor como o doentio, fechado-no-quarto, o amor do armário, com uma nesga de porta que dá para o Paraíso, o amor delirante de ter sempre a boca cheia de coração e não conseguir dizer outra coisa com coisa, nem falar, nem pedir para sair, nem sequer confessar: «Adeus Mariana - desta vez é que me vou mesmo suicidar.» Podem ficar (e que remédio têm) com o savoir-faire e os fait-divers e o «quero com vista pró mar se ainda houver». Não há paz de alma, nem soalheira pachorra de cafunés com champagne, que valha a guerra do primeiro amor, a única em que toda a gente morre e ninguém fica para contar como foi.

Não há regras para gerir o primeiro amor. Se fosse possível ser gerido, ser previsto, ser agendado, ser cuidado, não seria primeiro. A única regra é: Não pensar, não resistir, não duvidar. Como acontece em todas as tragédias, o primeiro amor sofre-se principalmente por não continuar. Anos mais tarde, ainda se sonha retomá-lo, reconquistá-lo, acrescentar um último capítulo mais feliz ou mais arrumado. Mas não pode ser. O primeiro amor é o único milagre da nossa vida - e não há milagres em segunda mão. É tão separado do resto como se fosse uma primeira vida. Depois do primeiro amor, morre-se. Quando se renasce há uma ressaca. É um misto de «Livra! Ainda bem que já acabou!» e de «Mas o que é isto? Para onde é que foi?».

Os outros amores são maiores, são mais verdadeiros, respeitam mais as personalidades, são mais construtivos - são tudo aquilo que se quiser. Mas formam um conjunto entre eles. O segundo e o terceiro e o quarto, por muito diferentes, são mais parecidos. São amores que se conhecem uns aos outros, bebem copos juntos, telefonam-se, combinam ir à Baixa comprar cortinados. O primeiro amor não forma conjunto nenhum. Nem sequer entre os dois amantes - os primeiros, primeiríssimos amantes. Acabam tão separados os dois como o primeiro amor acaba separado dos demais. O amor foi a única coisa que os prendeu e o amor, como toda a gente sabe, não chega para quase nada. É preciso respeito e bláblá, compreensão mútua e muito bláblá, e até uma certa amizade bláblá. Para se fazer uma vida a dois que seja recompensadora e sobretudo bláblá, o amor não chega. Não se vive só dele. Não se come. Não se deixa mobilar. Bláblá e enfim.

Mas é por ser insustentável e irrepetível que o primeiro amor não se esquece. Parece impossível porque foi. Não deu nada do que se quis. Não levou a parte nenhuma. O primeiro amor deveria ser o primeiro e esquecer-se, mas toda a gente sabe, durante o primeiro amor ou depois, que é sempre o último.

Afinal nem é por ser primeiro, nem é por ser amor. A força do primeiro amor vem de queimar - do incêndio incontrolável - todas aquelas ilusões e esperanças, saudades pequenas e sentimentos, que nascem em nós com uma força exagerada e excessiva. Como se queima um campo para crescer plantas nele. Se fôssemos para todos os outros amores com o coração semelhantemente alucinado e confuso, nunca mais seríamos felizes. É essa a tristeza do primeiro amor. Prepara-nos para sermos felizes, limando arestas, queimando energias, esgotando inusitadas pulsões, tornando-nos mais «inteligentes».

É por isso que o primeiro amor fica com a metade mais selvagem e inocente de nós. Seguimos caminho, para outros amores, mais suaves e civilizados, menos exigentes e mais compreensivos. Será por isso que o primeiro amor nunca é o único? Que lindo seria se fosse mesmo. Só para que não houvesse outro.

Miguel Esteves Cardoso - Os Meus Problemas (1988)

Texto postado em 9/02/2012 às 2:55pm | 0 notes | (reblogue this!)

Muitas vezes morri de ciúmes das piriguetes garotas, que chegavam e ficavam com atitudes de mulher que não se dá o valor, quero dizer… Com graçinhas..  E fingia não ligar, para não te magoar e por medo de você brigar comigo te perder.  (:

Texto postado em 9/02/2012 às 2:50pm | 0 notes | (reblogue this!)

Hoje eu estava arrumando meu quarto e achei uma agenda velha. Comecei a folha-la e logo percebi que seu nome estava presente em todas as páginas, percebi que tinha nossas histórias escritas nelas. Isso me magoou. Fiquei pensando, por que não deu certo? Foi falta de força de vontade minha ou sua? O que a gente fez de errado? Bom apesar de não estarmos mais juntos eu ainda te amo. E sabe, no fundo, eu sempre soube que você era a pessoa certa pra mim. Mas pena que essa história tão bonita teve um fim por falta de atitude nossa. Hoje eu me arrependo e não é pouco!Por isso, hoje eu digo. Não desista. Lute pelo mais se quer, e quando conseguir dê valor, e dê muito. Pois isso pode acabar e não ter um recomeço pra arrependimentos. 

Hoje eu estava arrumando meu quarto e achei uma agenda velha. Comecei a folha-la e logo percebi que seu nome estava presente em todas as páginas, percebi que tinha nossas histórias escritas nelas. Isso me magoou. Fiquei pensando, por que não deu certo? Foi falta de força de vontade minha ou sua? O que a gente fez de errado? Bom apesar de não estarmos mais juntos eu ainda te amo. E sabe, no fundo, eu sempre soube que você era a pessoa certa pra mim. Mas pena que essa história tão bonita teve um fim por falta de atitude nossa. Hoje eu me arrependo e não é pouco!

Por isso, hoje eu digo. Não desista. Lute pelo mais se quer, e quando conseguir dê valor, e dê muito. Pois isso pode acabar e não ter um recomeço pra arrependimentos. 

(via outrodiadechuva)


Photo postado em 9/02/2012 às 2:36pm | 1 note | (reblog this!)

Fico pensando, o que será que aconteceu, para as coisas chegarem a esse ponto..

Texto postado em 9/02/2012 às 2:35pm | 0 notes | (reblogue this!)

A paixão é algo que nos toca de uma forma inconfundível, nos deixando cada vez mais apaixonados por aquela pessoa que sempre te faz sonhar.

Texto postado em 9/02/2012 às 2:34pm | 0 notes | (reblogue this!)

Terá um começo..

s2

Pode ter um meio..

Mas espero que nosso amor, nunca tenha um fim.

Texto postado em 9/02/2012 às 2:24pm | 0 notes | (reblogue this!)

Na sua vida, não quero ser um começo com um fim, o fim de um começo. Quero apenas ser um começo sem fim.

amor


Quote postado em 9/02/2012 às 2:18pm | 0 notes | (reblogue this!)
Página 1 de 6 1 2 3 4 5 6 »